Videos

Mostrando 31 - 45 de 119 vídeos.
Shambuyi Wetu, Rose Satiko Hikiji, Jasper Chalcraft

Shambuyi Wetu, artista da República Democrática do Congo refugiado em São Paulo, constroi com suas performances narrativas sobre a experiência da diáspora e a situação do homme noir no mundo. O filme Tabuluja é uma criação colaborativa do artista com os antropólogos Rose Satiko Hikiji e Jasper Chalcraft, e integra a coleção Afro-Sampas, série de filmes sobre a experiência de músicos, dançarinos e artistas africanos residentes em São Paulo, desenvolvidos no projeto "Ser/Tornar-se africano no Brasil: Fazer musical e patrimônio cultural africano em São Paulo".

Kelen Pessuto

Um filme experimental, um diário de campo em formato audiovisual. O Som dos pássaros faz parte da pesquisa de doutorado de Kelen Pessuto, que realizou seu trabalho de campo na Turquia em 2014. O filme é marcado pela solidão, os encontros, os desencontros, as crianças sírias, os curdos e o Dengbêj, uma das maiores manifestações culturais do povo curdo, que utiliza o canto como forma transmissão da língua e histórias curdas.

Rose Satiko G. Hikiji e Jasper Chalcraft

O projeto Afro-Sampas promove o encontro entre músicos africanos residentes em São Paulo e músicos brasileiros. Neste episódio, Chico Saraiva recebe em seu apartamento em São Paulo Edoh Fiho e Sassou Espoir Ametoglo, do Togo, Yannick Delass e Shambuyi Wetu, da República Democrática do Congo. Deste primeiro encontro, nasce a música "Anitché Brasil África".

André Lopes e Dominique Tilkin Gallois

Os Wajãpi do Amapá têm seus padrões gráficos Kusiwa reconhecidos pelo Iphan como patrimônio cultural imaterial do Brasil. Em 2015, os jovens pesquisadores wajãpi decidiram mostrar em vídeo um pouco das características dessas marcas e seus donos, os cuidados e efeitos de sua utilização, e suas preocupações com a prática dessas pinturas nas novas gerações.

Chico Saraiva

Na trilha de seu fazer artístico Chico Saraiva parte ao encontro da experiência de 7 mestres: João Bosco, Sérgio Assad, Paulo César Pinheiro, Paulo Bellinati, Marco Pereira, Luiz Tatit e Guinga. As conversas, com violões na mão, revelam múltiplas formas da música se dar a partir da relação – especialmente fértil no Brasil – entre o violão solo (em seu viés mais ligado à tradição escrita) e nossa canção popular.

Luiza Calagian

O filme, realizado em parceria com um grupo de jovens mulheres da aldeia Tenonde Porã, em São Paulo, mistura ficção e documentário numa narrativa em torno da figura da Piragui, dona dos peixes na tradição Guarani Mbya. Foi realizado em parceria com o LISA (Laboratório de Imagem e Som em Antropologia) da Universidade de São Paulo, orientado pela Profa. Dra. Rose Satiko e com apoio da CNPQ. 

Marcelo Schellini

Com Nassuradine Adamou.
Documentário ficcional que narra e entrelaça uma série de viagens de figuras históricas e contemporâneas em jornadas entre o Egito, Senegal e Brasil.

Rose Satiko G. Hikiji e Josep Juan Segarra

“Ele necessita preservar a sua vida”. A frase ecoa a tragédia de quem precisa procurar refúgio. Uma figura silenciosa no palco, coberta de coltan, celulares ensanguentados colados ao seu corpo; uma guerra distante, por refugiados tão próximos. 
Performance "Não à guerra do Congo", no 1º Festival do Dia Internacional do Refugiado, 19 de junho de 2016, São Paulo.

Ewelter Rocha

O ensaio audiovisual “Era um corpo de mulher...” consiste em uma experiência de escritura etnográfica audiovisual, tendo sido a sua forma concebida sob os auspícios dessa presunção. Nessa perspectiva, desenvolvemos uma narrativa em que sonoridades, imagens, textos e falas se entrecruzam na construção de uma montagem que favoreça imbricar no mesmo suporte a evocação de uma experiência etnográfica e a produção artística que representa seus protagonistas principais. Nesse caso, enfocando as esculturas de madeira e as peças de barro que retratam as beatas de Juazeiro do Norte – CE.

Rose Satiko G. Hikiji e Josep Juan Segarra

O performer Shambuyi Wetu poderia ter escrito (na inconsistência da consciência): "Brasil país da fome". Vivo num quarto pequeno e úmido, uma conquista real!
Caminho entre as bitucas do presídio, no silêncio escandaloso do inconsciente.
Cato as dores para processá-las e convertê-las em fumo.
Refugiado do perigo de não ser, me multiplico pelo mundo.
Vivo em São Congo, nem Paulo, nem Congo.
A construção civil? O meu ganha pão. Por quanto tempo?"

Rose Satiko G. Hikiji e Josep Juan Segarra

O país recebe o corpo do imigrante, não sua bagagem. Performance de Shambuyi Wetu no VII Forum Social Mundial das Migrações, 10 de julho de 2016, São Paulo.

Rose Satiko G. Hikiji

A música moçambicana Lenna Bahule comenta sua trajetória, a relação com a música brasileira, as referências africanas e se apresenta com o Bahule Quartet no Museu da Imigração em São Paulo, cidade onde reside hoje. 

André Lopes, Azawa Apalai, Oseia Apalai e Ismael Apalai

Este curta-metragem, filmado por jovens apalai durante uma oficina de video,  é fruto de um exercício de gravação de um dia na vida do personagem Pintinho (Setina Apalai). O irreverente protagonista convida os jovens aprendizes e os espectadores a acompanharem seu dia na aldeia Bona (TI Parque Indígena do Tumucumaque, Pará). Realizadas entre junho e julho de 2015, essas filmagens foram o primeiro contato desses jovens com uma câmera de vídeo.

Carolina Abreu e Marianna Monteiro

A Pedra Balanceou explora as trocas entre a brincadeira de rua do Nego Fugido e as provocações de agitprop - agitação e propaganda - do teatro de grupo paulistano. Deslocado de seu tradicional percurso em Acupe, no recôncavo baiano, o Nego Fugido que acontece pelas ruas de São Paulo revela uma violenta força estética que vai ao encontro da militância dos grupos teatrais nos movimentos sociais da atualidade. Pelos rastros das saias de folhas de bananeiras trazidas à metrópole irrompem utopias, lutas e tensões.

Francirosy Campos Barbosa

A Revolta dos Malês, ocorrida em 1835, marca significativamente o universo Afro-Islâmico. Negros alfabetizados, que não aceitaram serem subordinados a senhores de escravos. No Islam, a escravidão é proibida, pois o homem deve servir apenas a Deus. Neste documentário, as expressões estéticas e narrativas entre o povo de santo e os muçulmanos se cruzam, trazendo outras versões que nos fazem adentrar outras histórias, que não sejam apenas as "oficiais", mas também, aquelas que nos são contadas por meio de mitos e que enriquecem este universo mágico que permeia a vida dos malês/muçulmanos.