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O filme Afro-Sampas, dirigido por Rose Satiko Hikiji e Jasper Chalcraft e produzido no Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA-USP) recebeu o prêmio de melhor longa-metragem no 44o encontro anual da ANPOCS. Veja aqui o teaser do filme.

Em 2020 o LISA comemora 20 anos de produção fílmica. São obras de alunos de diferentes fases da pesquisa, iniciação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, além de trabalhos de professores.
Conheça o catálogo desta produção! Assista os vídeos produzidos no LISA!

Afro-Sampas, filme de Rose Satiko Hikiji e Jasper Chalcraft, será exibido no Reino Unido no festival Africa in Motion.

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No Instagram: @mostradecinemasafricanos e @aimfilmfestival

 dia 17 de novembro:
https://www.africa-in-motion.org.uk/festival/films-and-events/event/553/ ​​​​​​​

"Afrodiasporic Dialogues" (Diálogos Afrodiaspóricos) com os filmes:
Afro-Sampas (2020)
Aurora (2018)
João (2018)
Liberdade (2018)
Nome de Batismo - Frances (2019)

Para romper com a estratégia colonial do silenciamento, imposto ao povo negro em diáspora, a construção de um discurso audiovisual e de uma narratividade que dialogue com e sobre as questões negras dentro de uma afro-perspectiva, vem como uma pedra que “estilhaça a máscara do silêncio”, como disse a escritora Conceição Evaristo, em entrevista concedida à filósofa e escritora Djamila Ribeiro. Para conhecer as formas contemporâneas de se colocar o ouvido na concha para ouvir o mar que nos une e nos separa, estão os filmes desta sessão, que questionam e subvertem a ótica identitária, e interliga mundos de matriz africana.

**  bate-papo ao vivo com Clementino Junior, Pedro Nishi & Vinícius Silva e Rose Hikiji no dia 17/11 às 18h do Brasil, transmitido na página do Africa in Motion no Facebook e mediado por Ceci Alves.

 

Três alunos do curso de Ciências Sociais da FFLCH-USP receberam o prêmio Lévi-Strauss na 32a. Reunião Brasileira de Antropologia.

O Prêmio Lévi-Strauss é uma iniciativa da Associação Brasileira de Antropologia em homenagem à contribuição de Claude Lévi-Strauss à Antropologia e visa estimular novas carreiras e dar visibilidade à produção original e de grande qualidade acadêmica desenvolvidas na graduação. 

Modalidade Poster:
Kelwin Marques Garcia dos Santos
Orientadora: Rose Satiko Gitirana Hikiji
A constituição do corpo e da localidade no maracatu de baque virado: uma abordagem a partir da antropologia multimodal.

Link de apresentação do trabalho do Kelwin durante o prêmio.

Laila Zilber Kontic
Orientadora: Sylvia Caiuby Novaes
Os Yanomami e o xamanismo pelas fotografias de Claudia Andujar
Link de apresentação do trabalho da Laila durante o prêmio.

Modalidade artigo:
2º Lugar: Ana Carolina Braga Azevedo
Orientadora: Heloisa Buarque de Almeida
“Disputando categorias: os embates e as narrativas políticas/militantes, midiáticas e jurídicas em torno de um caso público”

Para conferir a apresentação dos trabalhos apresentados durante o evento, clique aqui.

Três filmes realizados por pesquisadores do PPGAS-USP receberam o prêmio Pierre Verger na 32a. Reunião Brasileira de Antropologia.

O Prêmio Pierre Verger (PPV) para filmes etnográficos, da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e do Comitê de Antropologia Visual (CAV), foi criado em 1996 e agora, em 2020, completa 24 anos. A inclusão da premiação para ensaios foto-etnográficos surgiu alguns anos depois, em 2002, e completa 18 anos nessa edição.

Os filmes estão disponíveis até 06/11 no site do prêmio:

https://ppv.abant.org.br/filmes/

​​​​​​​​​​​Woya Hayi Mawe – Para onde vais?, de Rose Satiko Gitirana Hikiji (professora do DA) e Jasper Chalcraft, recebeu o prêmio de melhor média metragem.
Clique aqui para conferir o filme (necessário ter cadastro no site).

Monocultura da Fé, de Joana Moncau e Gabriela Moncau (mestranda PPGAS, orientada por Heloisa Buarque de Almeida), foi contemplado com o 2o lugar na categoria curta metragem
Clique aqui para conferir o filme (necessário ter cadastro no site). 

Ãjãí: o jogo de bola dos Mỹky e Manoki, de André Lopes (doutorando PPGAS, orientado por Renato Sztutman) e Typju Mỹky, recebeu menção honrosa.
Clique aqui para conferir o filme.

Três filmes produzidos com apoio do LISA estão concorrendo no Prêmio Pierre Verger da ABA este ano, entre os dias 26 e 30 de outubro! 

São eles:
Ãjãí. O jogo de cabeça dos Myky e Manoki de André Lopes e Typju Myky - Confira o Trailer!
Nova Iorque, mais uma cidade de André Lopes e Joana Brandão - Confira o Trailer!​​​​​​​
Woya Hayi Mawe – Para onde vais? de Rose Satiko G. Hikiji e Jasper Chalcraft - Confira o Trailer!

O Premio Pierre Verger (PPV) para filmes etnográficos, da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e do Comitê de Antropologia Visual (CAV), foi criado em 1996 e agora, em 2020, completa 24 anos. A inclusão da premiação para ensaios foto-etnográficos surgiu alguns anos depois, em 2002, e completa 18 anos nessa edição.

Nessa 32° Reunião Brasileira de Antropologia , O PPV acontece como um pré-evento da Reunião Brasileira de Antropologia, entre os dias 26 e 30 de outubro. Pela primeira vez, e em função da pandemia ocasionada pelo vírus Corona, essa 13° edição de Filmes Etnográficos e 10° edição de ensaios fotográficos será realizada em formato remoto. Ao todo serão 21 filmes etnográficos e 20 ensaios fotográficos concorrendo na premiação de 2020.

É preciso se cadastrar para ver os filmes e assistir aos debates programados.
Os links dos filmes ficarão disponíveis de 26/10 a 6/11/2020

Site : ppv.abant.org.br
Para se inscrever :ppv.abant.org.br/signup
Para entrar : ppv.abant.org.br/signin/

Saiu, no número 4 da revista INTEGRAção uma reportagem sobre o Núcleo de Artes Afro-Brasileiras da USP dirigido pelo Mestre Pinguim, coordenado com o apoio docente de  John Dawsey, professor titular do Departamento de Antropologia!

Confira a matéria em /revistaUSPintegracaon4

Conheça a revista USP INTEGRAção em http://cultura.usp.br/revista/

Em tempos de crises políticas, sanitárias e climáticas, que impactam violentamente os povos indígenas, a I Mostra CineFlecha: (Re)Existir e Curar apresenta - entre os dia 1 e 15 de outubro - um conjunto de filmes que reflete a potência e diversidade do cinema indígena contemporâneo.

Dividida em quatro sessões temáticas, os filmes mostram as diferentes maneiras como os povos indígenas seguem incansavelmente mobilizando formas de (re)existir - resistir e existir outra vez, e curar - por meio de saberes e práticas ancestrais e contemporâneas, diante das forças hegemônicas relacionadas a modos de vida insustentáveis.

A curadoria desta edição de estréia destaca a produção audiovisual dos realizadorxs e coletivos indígenas de cinema articulados na Rede CineFlecha, dentre eles a ASCURI - Associação Cultural de Realizadores Indígenas (Guarani, Kaiowá e Terena/MS); o Pēnãhã - Coletivo de Cinema Maxakali do Pradinho (Maxakali/Tikmũ´ũn/MG); o Coletivo Beya Xina Bena (Huni Kuin/AC); o Coletivo Akubaaj Cinta Larga de Cinema (Cinta Larga/RO); o Coletivo Ijã Mytyli de Cinema Manoki e Myky (Manoki e Myky/MT).
 
Acesse https://redecineflecha.org/mostra/, confira a programação e assista aos filmes e lives com os realizadorxs indígenas!

Instagram: https://www.instagram.com/redecineflecha/

Facebook: https://www.facebook.com/redecineflecha

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCqM9snpQg9W3Xq0o6k5AzHw​​​​​​​

Matéria na agência FAPESP:

https://agencia.fapesp.br/plataforma-e-mostra-de-cinema-trazem-para-as-telas-resistencia-indigena-na-pandemia/34251/

 

Confira também as lives do evento:

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