MARANGMOTXÍNGMO MÏRANG. DAS CRIANÇAS IKPENG PARA O MUNDO
Quatro crianças Ikpeng apresentam sua aldeia respondendo à vídeo-carta das crianças da Sierra Maestra em Cuba. Elas abordam seu cotidiano, cada qual enfocando um aspecto do seu modo de vida.
Quatro crianças Ikpeng apresentam sua aldeia respondendo à vídeo-carta das crianças da Sierra Maestra em Cuba. Elas abordam seu cotidiano, cada qual enfocando um aspecto do seu modo de vida.
Sertanejos do vale do Sabuji, na Paraíba, alternam suas atividades de roceiros com a de garimpeiros. O vídeo aborda as dificuldades implicadas na extração do minério de xelita.
Crianças carentes do bairro Vila Acaba Mundo, da cidade de Belo Horizonte expressam seus pensamentos, mostram suas brincadeiras e também produzem algumas das imagens incluídas neste vídeo que explora o universo infantil.
Através da telecinagem de slides, este documentário narrado em holandês mostra cenas do cotidiano de povos indígenas do Brasil. Tarefas do dia-a-dia tais como preparação dos alimentos, danças, rituais, coleta, trabalhos realizados em conjunto, pesca, construção de moradias, etc são retratadas neste vídeo
Crônica do cotidiano da comunidade Ashaninka na estação das chuvas a partir dos registros realizados durante a oficina, promovida pelo CTI, na aldeia do rio Amônia no Estado do Acre. A cumplicidade entre os realizadores e os Ashaninka faz o filme ir além da mera descrição das atividades, refletindo o ritmo da aldeia e o humor dos seus habitantes.
Uma equipe de cinegrafistas de um canal de televisão francesa negocia durante 10 anos com o antropólogo Jacques Lizot a sua entrada pela área Yanomami, na boca do rio Orenoco, fronteira da Venezuela com Roraima, Brasil. O filme aborda o cotidiano destes índios e sua relação com Lizot, orientalista de formação e que acaba, por indicação de Lévi-Strauss, iniciando uma longa pesquisa entre os Yanomami e por fim convivendo 25 anos entre eles. Lizot retorna definitivamente para França em 1992.
O filme mostra lado a lado as cenas tradicionais da vida Yanomami e a destruição da vida na floresta promovida pelos garimpeiros e militares. O discurso xamânico Yanomami surge de forma contundente para denunciar tal situação. Documentário exibido em duas partes.
Registra os remanescentes dos índios Avá, conhecidos no Mato Grosso como Avá-canoeiros.
A vida de quatro brasileiros que dependem de chocolate para viver se transformam neste documentário: um tabelião e cacauicultor em Ilhéus, um trabalhador de colheita de cacau, uma dona de loja de chocolates num shoping no Rio de Janeiro e um adolescente vendedor de bombons em sinais de trânsito na mesma cidade.