MULHER

AS-ASURINI XINGU-0003

Pintura corporal Juaketé, “ pintura de verdade” das costas e nádegas de duas meninas Asurini do Xingu.
Código
AS-0003
Fotógrafo/autor
Vincent Carelli
Suporte
Papel fotográfico
Dimensões
09 X 14
País
BRASIL
Orientação
Horizontal
Conservação
---
Tipo de procedência
---
Cor
P/B
Estado do Suporte
bom
Ano de produção
19--
Localidade
TI Koatinemo
Observações
A arte gráfica Asuriní do Xingu é abordada no livro “ Os Asuriní do Xingu, história e Arte”, de Regina Polo Müller”, editora da Unicamp, 1993

Para mais informações, acesse: https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Asurini_do_Xingu
Estado (UF) de produção
PA
Procedência/Doação
Lux Vidal em Novembro de 1999

AS-ASURINI XINGU-0002

Duas mulheres Asurini do Xingu, Mara e Murukaí, com pintura corporal Juaketé, “ pintura de verdade”.
Código
AS-0002
Fotógrafo/autor
Vincent Carelli
Suporte
Papel fotográfico
Dimensões
9 X 14
País
BRASIL
Orientação
Vertical
Conservação
---
Tipo de procedência
---
Cor
P/B
Estado do Suporte
regular
Ano de produção
1973-1975
Localidade
TI Koatinemo
Observações
A arte gráfica Asuriní do Xingu é abordada no livro “ Os Asuriní do Xingu: história e arte”, de Regina Polo Müller, editora da Unicamp, 1993

Para mais informações, acesse: https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Asurini_do_Xingu
Estado (UF) de produção
PA
Procedência/Doação
Lux Vidal em Novembro de 1999

AS-ASURINI XINGU-0001

Duas meninas Asurini do Xingu de costas com pintura corporal Juaketé, “ pintura de verdade”.
Código
AS-0001
Fotógrafo/autor
Vincent Carelli
Suporte
Papel fotográfico
Dimensões
9 x 14
País
BRASIL
Orientação
Vertical
Conservação
---
Tipo de procedência
---
Cor
P/B
Estado do Suporte
regular
Ano de produção
1973-1975
Localidade
TI Koatinemo
Observações
Observações: A arte gráfica Asuriní do Xingu é abordada no livro “ Os Asuriní do Xingu: história e arte”, de Regina Polo Müller”, editora da Unicamp, 1993

Para mais informações, acesse: https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Asurini_do_Xingu
Estado (UF) de produção
PA
Procedência/Doação
Lux Vidal em Novembro de 1999

AR-ARAWETÉ-0003

Temerosas de serem fotografadas, mulheres Araweté escondem o rosto. Note-se o uso da vestimenta feminina: saia, tipóia, lenço. A cinta (TUPÃ HETÉ = roupa verdadeira) está oculta sob a saia. Dessas duas peças a mulher adulta nunca se separa
Código
AR-0003
Fotógrafo/autor
Berta Ribeiro (1924-1997)
Suporte
Papel
Dimensões
09 X 12
País
BRASIL
Orientação
Horizontal
Conservação
---
Cor
P/B
Estado do Suporte
bom
Ano de produção
19--*
Localidade
Igarapé Ipixuna
Estado (UF) de produção
PA
Dados Complementares
Berta Ribeiro - Revista de Antropologia 27/28 p. 355-402
Procedência/Doação
Lux Vidal em Novembro de 1999 (Cortesia do Museu Nacional)

OKHÁ KAHAB: CURA, SAÚDE E HARMONIA

Código
1923
Título Original
OKHÁ KAHAB: CURA, SAÚDE E HARMONIA
Direção
LIBERATO, RITA SIMONE
Sinopse

Okhá Kahab, Casa da Cura Saúde e Harmonia, projeto da aldeia Cinta Vermelha-Jundiba, Minas Gerais, reúne o cuidado com a vida em todas suas formas. As plantas medicinais promovem aprendizado e uma vasta interlocução entre grupos indígenas e não indígenas, em torno da troca de saberes. Este documentário participativo reúne narrativas de uma rede de mulheres e homens que buscam o bem viver, reconstituíndo formas próprias de cultivar sua saúde.

Duração
15
Ano de produção
2015
Produção
Cleonice Pankararu e Geralda Soares
País
BRASIL
Idioma
PORTUGUÊS
Legendas
---
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
DVD/4
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
DVD
Contato comercial
---
Tombo
1930
Conservação
BOM
Procedência
Rita Simone Liberato
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
MG
Cópias no acervo
1

QUENTURA

Código
1915
Título Original
QUENTURA
Direção
CORREA, MARI
Sinopse

De suas roças, casas e quintais, as mulheres indígenas dos grupos da Amazônia Desana, Tukano, Tariano, Baré e Kaxinauá, Wapixana, Xawandawa e Yanomami, nos envolvem em seu vasto universo de conhecimentos ao mesmo tempo em que observam os impactos das mudanças climáticas nos seus modos de vida.

Duração
36
Ano de produção
2018
Produção
INSTITUTO CATITU, REDE DE COOPERAÇÃO AMAZONICA (RCA)
País
BRASIL
Idioma
---
Legendas
---
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
DVD/4
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
16
Contato comercial
---
Tombo
1922
Conservação
BOM
Procedência
Mari Correa/Cesta
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
SP

PIRAGUI A DONA DOS PEIXES

Código
1864
Título Original
PIRAGUI A DONA DOS PEIXES
Direção
CALAGIAN, LUIZA
Sinopse

O filme, realizado em parceria com um grupo de jovens mulheres da aldeia Tenonde Porã, em São Paulo, mistura ficção e documentário numa narrativa em torno da figura da Piragui, dona dos peixes na tradição Guarani Mbya. Foi realizado em parceria com o LISA (Laboratório de Imagem e Som em Antropologia) da Universidade de São Paulo, orientado pela Profa. Rose Satiko e com apoio da CNPq.

Duração
21
Ano de produção
2016
Produção
Luiza Calagian, LISA-USP/CNPq
País
BRASIL
Idioma
GUARANI
Legendas
PORTUGUÊS
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
---
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Contato comercial
---
Tombo
1871
Conservação
BOM
Procedência
Filme teve apoio do LISA
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
SP

RITOS DE PUBERDADE DAS RAPARIGAS

Código
1851
Título Original
GIRLS PUBERTY RITES
Direção
DIAS, MARGOT
Sinopse

Segundo anotação de Margot Dias na lata do filme: “ng’oma em Kunalupapa em 20 de setembro de 58, sábado da saída. Tambalika, domingo da saída, dia 7 de setembro de 58” (CAC).

“Estas provas, como saltar a fogueira, correr entre uma fila de mulheres com paus de mandioca que tentam bater, é um gáudio. Esta tarde [de sábado] foi um misto de ritual sagrado e também divertido. Sem os homens, elas podiam fazer tudo” (MD).

“(...) a nalombo pega na cabeça rapada de cada mwali com ambas as mãos e obriga-a a manter uma determinada posição. A seguir, molha o dedo médio no óleo e deixa pingar algumas gotas no meio da testa, de maneira que o óleo escorra pela testa e pela cana no nariz e vá pingar na terra. Todas as mulheres seguem esta operação com grande ansiedade e atenção sem soltarem uma palavra. Atribuem algum significado à maneira como óleo escorre pelo rosto abaixo, considerando mau sinal se ele não seguir o caminho prescrito” (MM III: 238).

Duração
7
Ano de produção
1958
Produção
Missão de Estudos das Minoris Étnicas do Ultramar Português/Junta de Investigações do Ultramar/Ministério do Ultramar
País
MOÇAMBIQUE
Idioma
---
Legendas
INGLÊS, PORTUGUÊS
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
---
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Série
MARGOT DIAS, FILMES ETNOGRÁFICOS 1958-61
Contato comercial
---
Tombo
1858
Conservação
BOM
Procedência
Doação de Catarina Alves
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
--
Cópias no acervo
1
Observações
Disco 1

Sinopse da coleção:

Entre 1958 e 1961, a antropóloga Margot Dias (1908-2001) realizou 28 filmes em Moçambique e Angola, pertencentes ao Arquivo Fílmico do Museu Nacional de Etnologia. Produzidas no contexto das “Missões de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português”, dirigidas por Jorge Dias, estas imagens constituem uma das primeiras utilizações do filme etnográfico no âmbito da antropologia portuguesa.

Esta edição inclui todos os filmes realizados naquelas campanhas de pesquisa, assim como a sonorização feita a partir das gravações de som nos mesmos terrenos pela própria Margot Dias. A identificação, a organização temática e a sonorização dos filmes foram asseguradas por Catarina Alves Costa.

Também se inclui, como extra, uma entrevista inédita a Margot Dias conduzida em 1996 por Joaquim Pais de Brito, então diretor do Museu Nacional de Etnologia.

Inclui brochura ilustrada de 76 páginas.

JOGO DO NCHAYO DAS RAPARIGAS. ALDEIA DE NTCHAMU

Código
1843
Título Original
THE NCHAYO GIRL S GAME. NTCHAMU
Direção
DIAS, MARGOT
Sinopse

Raparigas Maconde jogam, a partir de pequenas covas no chão e com pequenas bolas (CAC). “Este filme é muito curto, mas eu gosto muito dele, na minha lembrança estão os vermelhos deste filme” (MD). “É um jogo de todo o ano. Praticam-no duas ou mais raparigas, sentadas em volta de uma pequena cova, aberta no terreiro das aldeias. (...) Nas partidas de competição utilizam-se onze pedrinhas, mas nas de passar o tempo podem ser mais, num máximo de vinte” (MM IV: 76).

Duração
2
Ano de produção
1961
Produção
Missão de Estudos das Minoris Étnicas do Ultramar Português/Junta de Investigações do Ultramar/Ministério do Ultramar
País
MOÇAMBIQUE
Idioma
---
Legendas
INGLÊS, PORTUGUÊS
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
---
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Série
MARGOT DIAS, FILMES ETNOGRÁFICOS 1958-61
Contato comercial
---
Tombo
1850
Conservação
BOM
Procedência
Doação de Catarina Alves
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
--
Cópias no acervo
1
Observações
Possui 2 opções com legendas em português e em inglês + opção sem legenda

Disco 1

Sinopse da coleção:

Entre 1958 e 1961, a antropóloga Margot Dias (1908-2001) realizou 28 filmes em Moçambique e Angola, pertencentes ao Arquivo Fílmico do Museu Nacional de Etnologia. Produzidas no contexto das “Missões de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português”, dirigidas por Jorge Dias, estas imagens constituem uma das primeiras utilizações do filme etnográfico no âmbito da antropologia portuguesa.

Esta edição inclui todos os filmes realizados naquelas campanhas de pesquisa, assim como a sonorização feita a partir das gravações de som nos mesmos terrenos pela própria Margot Dias. A identificação, a organização temática e a sonorização dos filmes foram asseguradas por Catarina Alves Costa.

Também se inclui, como extra, uma entrevista inédita a Margot Dias conduzida em 1996 por Joaquim Pais de Brito, então diretor do Museu Nacional de Etnologia.

Inclui brochura ilustrada de 76 páginas.
Dados Complementares
Esse filme se encontra no Disco 1 que contém os filmes de código 1836 à 1855.
O Disco 1 pertence à coleção Filmes Etnográficos de Margot Dias.

ALDEIA MACONDE DE ANTUPA. MULHER A PILAR

Código
1840
Título Original
THE MAKONDE VILLAGE OF ANTUPA. WOMAN PESTLING
Direção
DIAS, MARGOT
Sinopse

Grupo de mulheres: uma dá de mamar a um bebê outra está a peneirar farinha e a última a pilar. Há potes no chão. A mãe brinca com o bebê, tentando pô-lo no chão. Acaba com um plano geral da aldeia de Antupa (CAC). “Antupa, por exemplo, mudou três vezes na vida do presente chefe. Primeiro estava num lugar próximo do atual, depois mudou uns quilômetros mais para leste e finalmente veio fixar-se a poucos quilômetros da primeira, mais para oeste. Assim, continuam a colher os frutos das enormes mangueiras que outrora enchiam de sombra os terreiros das suas aldeias” (MM II: 11).

Duração
3
Ano de produção
1958
Produção
Missão de Estudos das Minoris Étnicas do Ultramar Português/Junta de Investigações do Ultramar/Ministério do Ultramar
País
MOÇAMBIQUE
Idioma
---
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
---
Cor
P/B
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Série
MARGOT DIAS, FILMES ETNOGRÁFICOS 1958-61
Contato comercial
---
Tombo
1847
Conservação
BOM
Procedência
Doação de Catarina Alves
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
--
Cópias no acervo
1
Observações
Disco 1

Sinopse da coleção:

Entre 1958 e 1961, a antropóloga Margot Dias (1908-2001) realizou 28 filmes em Moçambique e Angola, pertencentes ao Arquivo Fílmico do Museu Nacional de Etnologia. Produzidas no contexto das “Missões de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português”, dirigidas por Jorge Dias, estas imagens constituem uma das primeiras utilizações do filme etnográfico no âmbito da antropologia portuguesa.

Esta edição inclui todos os filmes realizados naquelas campanhas de pesquisa, assim como a sonorização feita a partir das gravações de som nos mesmos terrenos pela própria Margot Dias. A identificação, a organização temática e a sonorização dos filmes foram asseguradas por Catarina Alves Costa.

Também se inclui, como extra, uma entrevista inédita a Margot Dias conduzida em 1996 por Joaquim Pais de Brito, então diretor do Museu Nacional de Etnologia.

Inclui brochura ilustrada de 76 páginas.
Dados Complementares
Esse filme se encontra no Disco 1 que contém os filmes de código 1836 à 1855.
O Disco 1 pertence à coleção Filmes Etnográficos de Margot Dias.