AntropoCena apresenta: Muxa - A Marca
Exibição do filme e conversa com realizadores
📅 29 de outubro de 2026
🕠 às 17h30
Após a exibição, Damë Bëtxun Matis, Chawa Matis, Lionel Rossini, diretores do filme, participam de uma conversa mediada por Nadja Marin, antropóloga, documentarista e indigenísta.
Sinopse curta:
Restam vinte e quatro horas para que Damë Bëtxun, cineasta matis, receba no rosto a marca que todo Matis carrega para sempre. Nessa espera, entre o medo e o orgulho, é sua própria voz que guia o espectador até o momento em que os espinhos de palmeira o tornam, como seu pai antes dele, definitivamente matis.
AntropoCena é uma iniciativa do LISA e tem como objetivo trazer para o público a produção audiovisual realizada por pesquisadores da USP, por meio de exibições e debates.
Participe!
EVENTOS
AntropoCena apresenta: Muxa - A Marca
Exibição do filme e conversa com realizadores
📅 29 de outubro de 2026
🕠 às 17h30
Após a exibição, Damë Bëtxun Matis, Chawa Matis, Lionel Rossini, diretores do filme, participam de uma conversa mediada por Nadja Marin, antropóloga, documentarista e indigenísta.
Sinopse curta:
Restam vinte e quatro horas para que Damë Bëtxun, cineasta matis, receba no rosto a marca que todo Matis carrega para sempre. Nessa espera, entre o medo e o orgulho, é sua própria voz que guia o espectador até o momento em que os espinhos de palmeira o tornam, como seu pai antes dele, definitivamente matis.
AntropoCena é uma iniciativa do LISA e tem como objetivo trazer para o público a produção audiovisual…
AntropoCena apresenta: Até Onde a Vista Alcança - Exibição do filme e conversa com realizadores
Participantes: Alice Villela e Hidalgo Romero
Mediação: Rose Satiko Gitirana Hikiji
Até onde a vista alcança
77 min. | Direção: Alice Villela e Hidalgo Romero
Três gerações de indígenas Kariri-Xocó se unem em uma expedição de reconhecimento do território memorial desse povo, roubado ao longo dos dolorosos séculos de colonização. Sua língua, seus conhecimentos e até mesmo seus rituais sagrados foram ocultados como estratégia de sobrevivência.Agora, munidos de câmeras, drones, cachimbos, cocares e maracas, eles percorrem os marcos geográficos de seu território em um road movie que é também a preparação para novas retomadas.
Trailer:
…
Convidamos vocês para uma conversa sobre IAs na pesquisa, em formato híbrido. O encontro será realizado presencialmente no LISA-USP, com transmissão online e gravação.
leia mais
Participe pelo Google Meet:
…
Nos dias 19 e 20 de agosto de 2026, o LISA-USP sediará o Seminário de Pós-doutorandos em Antropologia Social: Música, Cinema e Antropologia. Organizado pelos grupos de pesquisa GRAVI e PAM, o objetivo do evento é divulgar as pesquisas em andamento dos/as pós-doutorandos/as em Antropologia Social da FFLCH/USP cujas temáticas envolvem "Música, Cinema e Antropologia", bem como fomentar o diálogo e o debate acadêmico em torno desses temas. O evento é gratuito e aberto ao público.
Programação:
19/08/2026 (Quarta-feira)
Mediação: Rose Satiko Gitirana Hikiji
14h - 18h: Música,…
Um encontro para discutir sobre o fazer antropológico a partir da trajetória de Sylvia Caiuby Novaes, desde sua produção na etnologia ameríndia à antropologia visual, passando pela fotografia e pelos arquivos, bem como sua influência e desdobramentos nas pesquisas orientadas por ela nas últimas décadas.
📅 18 e 19 de maio de 2026
CRONOGRAMA
18 de Maio
Mesa 1 - 14h às 16:30
Etnologias: Com Carlos Fausto, André Drago, João Kelmer, Pedro Meniconi e Yuri Werner
Transmissão online: https://youtube.com/live/vutGpNXY-dg
Mesa 2 - 18h às 20:30
Fazeres etnográficos: …
Convidamos você para uma conversa sonora sobre o filme “Floresta de Fitas” dirigido por Priscilla Ermel, que estará presente nas sessões AntropoCena, com mediação de Rose Satiko Gitirana Hikiji.
As exibições irão acontecer no auditório do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da Universidade de São Paulo (LISA-USP), nos dias:
23 de setembro de 2025: sessões às 14h e às 16h
24 de setembro de 2025: sessão às 19h
Em "Floresta de Fitas", a compositora e multi-instrumentista paulistana Priscilla Ermel revisita sua trajetória artística junto com a poeta Cora Coralina e a antropóloga Carmen Junqueira revelando ressonâncias…
leia maisNo dia 18 de setembro de 2015, às 20h, o SESC Pinheiros exibirá o filme "Montando a Baiana" como parte da programação do evento "Encontro de Baianas Ricas".
O cine-debate contará com a presença dos diretores do filme Aurélio Prates e Kelwin Marques, pesquisador do Grupo de Antropologia Visual (GRAVI-USP). O encontro propõe uma discussão sobre a presença das Baianas Ricas nos cortejos reais das Nações de Maracatu, especialmente a partir de meados dos século XX, quando figuras como travestis, gays e outros corpos que desafiavam as normas de feminilidade passaram a ocupar essa posição central.
Apoiado pelo Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA-USP), o filme busca apresentar a relação…
Entre os dias 11 e 12 de setembro de 2025, a Cinemateca Brasileira promoverá o seminário “Olhares cruzados França-Brasil sobre os desafios da preservação e do acesso ao patrimônio audiovisual: foco na memória audiovisual dos Povos Indígenas”, com o apoio do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da USP (LISA-USP).
O evento é gratuito e contará com tradução simultânea francês-português, interpretação em Libras e transmissão ao vivo pelo canal da Cinemateca no YouTube.
Com foco na memória indígena, o seminário tem como objetivo debater sobre a representação e a preservação da cultura indígena no audiovisual, promovendo sua…
leia maisO filme “Rio das Mortes: nossa vida” será exibido na sessão AntropoCena do dia 12 de junho de 2025, às 17 horas, no auditório do LISA, em parceria com o Grupo de Antropologia Visual da Universidade de São Paulo (GRAVI-USP), e contará com a presença de Ana Lúcia Ferraz, Professora Associada do Departamento de Antropologia e Coordenadora do Laboratório do Filme Etnográfico da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Com formação na USP, Ana Lúcia é mestre em Antropologia (1999), doutora em Sociologia (2005) e fez o pós-doutorado em Antropologia Social (2010). Atua hoje entre os campos da Etnologia Indígena e da Antropologia Visual, sendo autora de uma série de filmes etnográficos, entre eles, com os Guarani Nhandeva, Nhande Ywy/Nosso Território (…
leia mais
Filme produzido pelo LISA teve pré-estreia em Fórum da ONU e no Museu Americano de História Natural
O filme “Anfitriões há meio século: a versão mỹky da história”, coproduzido pelo Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA-USP) em parceria com o Coletivo Ijã Mytyli de Cinema Manoki e Mỹky, teve pré-estreia em mostra organizada pela Coordenadora Latino-americana de Cinema e Povos Indígenas (CLACPI) e pela Universidade de Nova Iorque (NYU). A exibição aconteceu no dia 25 de abril de 2025 e foi parte de evento paralelo do Fórum Permanente das Nações Unidas para Questões Indígenas.…
O Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA-USP) e o Grupo de Antropologia Visual (GRAVI-USP) convidam para a sessão AntropoCena do filme "Alma e Sangue no Atlântico Negro - O pensamento de Luiz Felipe de Alencastro", dirigido por Celso Prudente, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), com assistência de Ana Vitória Prudente, que estará presente para discutir a obra.
Ana Vitória é doutoranda em Educação pela USP, mestre em Educação pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e graduada em Artes pela Universidade de Évora, em Portugal. Atua nos programas educativos da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e do…
leia maisTrajetórias Cruzadas reúne fotografias de Claudia Andujar, Lux Vidal e Maureen Bisilliat
Pela primeira vez, mostra apresenta trabalhos de três mulheres fotógrafas que se engajam na defesa dos povos indígenas e de comunidades ribeirinhas e sertanejas
O Centro MariAntonia da USP inaugura no dia 19 de outubro, às 16 horas, a exposição Trajetórias Cruzadas com trabalhos de Claudia Andujar, Lux Vidal e Maureen Bisilliat, com aproximadamente 300 fotografias. A curadoria é das antropólogas Sylvia Caiuby Novaes e Fabiana Bruno. A entrada é gratuita.
A mostra reúne, pela primeira vez, fotografias de três mulheres europeias: a suíça Claudia Andujar, a alemã Lux Vidal e a inglesa Maureen Bisilliat. São mulheres cujas trajetórias foram marcadas…
leia maisNesse encontro do Como você edita?, teremos a artista visual Marina Feldhues como convidada.
Marina é professora e doutoranda em Comunicação na UFPE. Organizou, entre 2019 e 2024, o grupo de estudos Narrativas Anticoloniais. É Autora dos livros 'Catálogo' (2019), 'Fotolivros: (in)definições, histórias, experiências e processos de produção' (2021), do livro de entrevistas com artistas 'E Se?' (2023), e dos livros de artista 'Minha Foto Preferida' (2022) e 'Viagem ao Brasil 1865-1866: a desordem da carne' (2023).
Em 2024, foi vencedora do prêmio aquisição do 13º Diário Contemporâneo de Fotografia de Belém – PA com a série de fotocolagens 'A desordem da Carne' (2023). Em 2023 foi vencedora do POY-LATAM na categoria Ressignificar Arquivos e recebeu menção…
leia maisPalestrantes: Kelly Koide e Yuri Prado
Kelly Koide é doutora em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), com estágio na Université Lyon I. É pós-doutoranda no Departamento de Antropologia da USP, onde realiza pesquisas sobre a trajetória e a obra de Claudia Andujar e Maureen Bisilliat. Pesquisadora do Grupo de Antropologia Visual (GRAVI – USP).
Yuri Prado é doutor em Música pela ECA-USP, com estágio na Université Paris VIII. É pós-doutorando em Antropologia na FFLCH-USP, tendo recentemente realizado estágio de pesquisa na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS). Suas pesquisas têm sido dedicadas ao estudo etnomusicológico de indivíduos, com foco nas figuras de Julio Valverde e Charles Kely Zana-Rotsy.
Os filmes “Jail Birds” e “Open Gasy”,…
leia maisO filme “A Câmara”, dos diretores Cristiane Bernardes e Tiago de Aragão, será exibido dia 05/04, às 15h, no auditório do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA). Após a sessão, ocorrerá um debate com ambos os diretores presentes.
Sinopse:
"Das entranhas do parlamento brasileiro, acompanhamos deputadas fazendo política. Temas como direitos reprodutivos, educação, estado laico, racismo e polarização política vem à tona, enquanto acompanhamos essas mulheres de perto em seus embates e performances políticas.
A Câmara é um documentário observacional que acompanha a rotina de deputadas federais na 56ª legislatura. Filmado entre maio e julho de 2022, o filme apresenta…
leia maisO filme Afro-sampas, de Jasper Chalcraft e Rose Satiko Hikiji, será exibido na Santa Reparata International School of Art, em Florença - Itália.
A exibição compõe o programa da Black Month History Florence 2024, um projeto fundado com o intuito de produzir pesquisas, no âmbito cultural, a respeito de culturas afrodescendentes.
Confira mais sobre o filme em: https://lisa.fflch.usp.br/afrosampas
Para saber mais sobre o projeto BMHF acesse: http://blackhistorymonthflorence.com/
O Laboratório de Imagem e Som em Antropologia convida a todos para a sessão dupla de exibição que acontece no próximo dia 22 de novembro, quarta-feira, a partir das 19h., dos filmes “Tabuluja” (Acordem!) e “AfroSampas”. Ao final haverá bate-papo com a diretora e antropóloga Rose Satiko Gitirana Hikiji
“Tabuluja” (Acordem!) (2017, 11 min). Criação colaborativa de Shambuyi Wetucom com os antropólogos Rose Satiko Gitirana Hikiji e Jasper Chalcraft. Neste curta Shambuyi Wetu, artista da República Democrática do Congo, constrói com suas performances narrativas, a experiência da diáspora e a situação do refugiado no mundo.
“AfroSampas” (2020, 43 min). Mais de meio século depois dos Afro-Sambas, de Baden Powell e Vinícius de Moraes, e com a chegada de artistas de diferentes…
leia maisO Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA) juntamente com o Grupo de Antropologia Visual (GRAVI-USP) convida a todes para o primeiro dia do ciclo "Como você edita? Ciclo de conversas sobre fotolivros e processos". O primeiro encontro acontecerá no dia 22 de setembro de 2023, às 14h30 no Auditório do LISA que se encontra na R. do Anfiteatro, 181 - Butantã, São Paulo. No encontro, Andressa Cerqueira abordará o processo criativo e as referências para a criação do projeto Histórias nem tão reais, que alia literatura e fotografia por meio de heterônimos. Serão apresentadas as principais inspirações que influenciaram o trabalho e os fotolivros que compõem o projeto.
Andressa Cerqueira…
Uma comitiva de sete representantes dos povos Aparai e Wayana vêm a São Paulo neste final de semana apresentar seus cantos e lançar um documentário que finalizaram recentemente. Lideranças e professores em suas aldeias de origem, na Amazônia, eles vivem em uma região do norte do Pará, nas Terras Indígenas Parque do Tumucumaque e Rio Paru d’Este, e vão viajar mais de três mil quilômetros, se deslocando em barco, avião, carro e novamente avião.
O grupo irá se apresentar em duas ocasiões: no Sesc Santo André, domingo (dia 13 de agosto) às 14 horas, quando apresentarão seus artefatos, cantos e danças, além de estarem disponíveis para uma roda de conversa com o público; e na terça-feira (dia 15 de agosto) às 20 horas no Cine Sesc, quando vai acontecer a estreia do documentário "…
leia maisO LISA divulga a Mostra Itinerante de Filmes Etnograficos Prêmio Pierre Verger/edição 2022, onde será exibido o filme Afrosampas, de Rose Satiko e Jasper Chalcraft.
Link para inscrição: https://forms.gle/HnxgUTByvnWYDgMw8
Link do canal do…
leia maisCelebrando 30 anos de criação do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA) do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo, durante o mês de novembro de 2021 o GRAVI - Grupo de Antropologia Visual - realiza o eventoEntre mundos: filmes etnográficos, colaborativos e cinemas indígenas em diálogo.
O evento é composto de três rodas de conversa e uma mostra de filmes produzidos no âmbito das pesquisas antropológicas com o apoio do LISA e distintas produções da América do Sul, as quais expressam trabalhos feitos por, sobre e com os povos indígenas.
1. Circulações de cinemas indígenas, que reúne produtores, diretores e coletivos indígenas que tratam dos desafios que permeiam os filmes indígenas, sobretudo…
leia maisMostra de filmes e rodas de conversa
Comemorando 30 anos de criação e 20 anos de produção fílmica do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA) do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP), a mostra Entre cidades: filmes etnográficos em diálogo - Brasil e Colômbia propõe um diálogo fílmico entre múltiplas cidades do estado de São Paulo, no Brasil e da região da Antioquia, na Colômbia. por meio das cores, sons e movimentos registrados pelas lentes de antropólogas e antropólogos dos dois países, Brasil e Colômbia. Separados em três programas, as 29 obras narram múltiplas possibilidades de (re)existir.
…
leia maisCurso livre, parte da programação da Mostra de Cinema Tikmũ’ũn/Maxakali*, ministrado pelo pesquisador e diretor Roney Freitas.
Inscrições: https://bityli.com/Qj1Fi
O curso de Introdução ao “Roteiro Audiovisual - Processos de criação (ficção e documentário)” pretende apresentar e discutir, por conceitos e exposição de processo de criação, os elementos fundamentais da escrita de um roteiro de cinema, como personagem, cena, estrutura, uso expressivo do espaço e criação de roteiro a…
leia maisA presença africana na música brasileira se manifesta de diversas formas. Se, em 1966, Baden Powell “carioquizava” o candomblé com os afro-sambas que compôs com Vinícius de Moraes, meio século depois vivemos um momento inédito com a chegada de músicos de diferentes países africanos à metrópole paulistana. No filme Afro-Sampas observamos o que pode acontecer quando músicos dos dois lados do Atlântico são colocados em contato na cidade onde vivem. Yannick Delass (República Democrática do Congo), Edoh Fiho (Togo), Lenna Bahule (Moçambique) e os brasileiros Ari Colares, Chico Saraiva e Meno del Picchia aceitaram nosso convite para um primeiro encontro no qual experimentam sonoridades, memórias e criatividades.
Afro-Sampas recebeu o prêmio de melhor filme no Encontro da ANPOCS, 2020,…
Confira a apresentação da professora Sylvia neste link!
A professora Rose Satiko foi entrevistada no ciclo de web conferências sobre trajetórias pessoais e história da antropologia visual no Brasil.
www.youtube.com/c/LabomeVisualidades
Inscrições: eventos.uvanet.br
O ciclo de palestras aborda os robôs no cinema de ficção analisando os filmes: Il Casanova de Fellini (um episódio), Metropolis de Fritz Lang, Her de Spike Jonze, Ex Machina de Alex Garland, Blade Runnerde Ridley Scott e Blade Runner 2049 de Denis Villeneuve.
O curso contextualiza a figuração fílmica das entidades robóticas e sua representação como um duplo humano, explorando a natureza antropomórfica e sua sexualização. Faz uma viagem fugaz pelos ancestrais mecânicos e pelas figuras imaginárias que precederam e acompanharam o nascimento dos autômatos desde os robôs até os cyborgs. Realiza uma jornada não apenas pelas regiões do imaginário cinematográfico, mas também pela representação do outro zoo-techno-…
leia maisO Prof. Luis Felipe Hirano (UFG), pós-doutorando do PPGAS sob a supervisão da Sylvia Caiuby Novaes, coordenará nesse semestre um Seminário de Leitura e Pesquisa sobre Antropologia da Percepção e Antropologia Visual.
Leia aqui o cronograma dos seminários
Esse seminário de leitura e pesquisa em Antropologia da Percepção e Visual está relacionada à pesquisa de Pós-Doutorado intitulada Modos de perceber e formas de cuidar de si: uma etnografia audiovisual da terapia Arte Org. Grosso modo, essa pesquisa visa estabelecer um diálogo entre teorias da percepção e a antropologia visual, a partir de trabalho de…
leia maisDe 9 a 24 de setembro, o CINUSP Paulo Emílio convida o público a conhecer o cinema do povo indígena Guarani e algumas produções audiovisuais feitas em parceria com suas comunidades. Organizada em 6 sessões especiais, com 15 filmes, a mostra faz parte da programação do II Seminário Internacional Etnologia Guarani: redes de conhecimento e colaborações, que acontece na USP entre 24 e 27 de setembro de 2019.
Confira aqui a programação completa!
O doutorando do PPGAS-USP André Lopes exibirá 4 curtas-metragens que realizou recentemente com colaboradores indígenas. Três desses trabalhos são resultados de oficinas de vídeo que o pesquisador ministrou com os povos Manoki e Myky, populações com as quais faz trabalho de campo para a sua pesquisa de doutorado, e um quarto curta-metragem foi realizado em seu estágio de pesquisa em Nova Iorque, sobre a participação da cineasta guarani, Patrícia Ferreira, no Margaret Mead Film Festival. O objetivo é compartilhar um pouco desses últimos resultados de pesquisa finalizados no Lisa, pensar em diferentes modelos de colaboração e possíveis desdobramentos.
Filmes:
New York, just another city - 19 min (2019) - direção de André Lopes e Joana Brandão
Os espíritos só entendem o…
O Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA-USP) convida todas e todos para a exibição do filme Woya hayi mawe: para onde vais?, produzido por este laboratório, na 11ª edição do Festival In-Edit Brasil.
Dirigido por Rose Satiko Hikiji e Jasper Chalcraft, com edição de Ricardo Dionísio, este filme retrata a cantora moçambicana Lenna Bahule entre o ativismo e o palco, entre a África imaginada que o Brasil espera nela encontrar, e o cosmopolitismo brasileiro que São Paulo lhe imprime. Em seu percurso, Lenna também volta a Moçambique e redescobre seu país com novos olhos: há uma reconexão dela com suas raízes ancestrais…
leia maisO Laboratório de Imagem e Som em Antropologia, o Laboratorio Ars Videndi - Dispoc Università di Siena,
a Scuola di Specializzazione in Beni DEA - Università di Perugia convidam para
Seminario Internazionae di Antropologia Visiva
Período: 29 a 31/10/2018
Local: Siena e Castiglion del Lago
O Grupo de Antropologia Visual (GRAVI-USP) realizou no dia 14 de setembro, às 14h30, no LISA, para a conversa com a a Prof. Barbara Copque (UERJ) que nos falará sobre fotografia, explorando questões teóricas, éticas e metodológicas de sua relação com a antropologia.
O GRAVI e o LISA convidam para exibição do filme e conversa com o diretor
Mattijs van de Port é um antropólogo visual da Universidade de Amsterdã. Knot and Holes é um ensaio sobre a vida cultural das redes. Filmado no Recôncavo da Bahia, é tudo menos um filme etnográfico no sentido clássico da palavra - é a exploração do que se torna a teoria quando articulada no cinema.
Mattijs van de Port is a visual anthropologist at the University of Amsterdam. Knot and Holes is an essay film about the cultural life of nets. Shot in the Bahian Recôncavo, it is anything but an ethnographic film in the classic sense of the word, but an exploration of what becomes of theory when articulated in film.
Evento gratuito.
Exibição do filme documentário "Ver Peixe" e debate com os professores e realizadores Gabriel Coutinho Barbosa (UFSC), Rafael Devos (UFSC) e Viviane Vedana (UFSC).
Filme a ser exibido e debatido:
- Ver peixe (46 min)
Promoção:
Lapod (Laboratório de Estudos Pós-Disciplinares do IEB/USP)
Labieb (Laboratório Interdisciplinar do IEB/USP)
Informações: www.ieb.usp.br/ver-peixe
O cipó, a folha e o apuro: visões e imagens de uma etnografia da ayahuasca.
Orientação: Profa. Dra. Sylvia Caiuby Novaes
Banca examinadora: Prof. Dr. Renato Sztutman (Departamento de Antropologia/Universidade de São Paulo), Prof. Dr. Danilo Paiva Ramos (Departamento de Antropologia/Universidade Federal da Bahia) e Prof. Dr. João Luiz Musa (Escola de Comunicação e Artes/Universidade de São Paulo).
O encontro reuniu profissionais da imagem, cineastas e pesquisadores do Brasil e Québec (Canadá) para discutir experiências audiovisuais colaborativas em área indígena. O evento marca a parceria entre a Boîte Rouge Vif , o Centro de Trabalho Indigenista e o LISA com o projeto "Vers un réseautage international de recherches et de partenariats pour l'empowerment des individus et des communautés autochtones (Canada/Brésil) – 2014-2016".
Confira os vídeos do evento neste link.
O Cinema da USP Paulo Emílio (Cinusp) exibe de 7 a 11 de agosto filmes etnográficos selecionados no Prêmio Pierre Verger 2016. São onze trabalhos de pesquisadores na área da antropologia de todo o Brasil, que trazem para a tela do Cinusp discussões atuais como conflitos étnicos, questões de gênero, urbanidade e desequilíbrios sociais. A mostra é uma parceria do Cinusp com o Laboratório de Imagem e Som em Antropologia ) da FFLCH-USP.


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Alberto Alvares Tuparay é cineasta guarani. Fez a Graduação em Licenciatura Intercultural para Educadores Indígenas, pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais e atualmente cursa o mestrado no Programa de Pós-Graduação em Cinema e Audiovisual na Universidade Federal Fluminense – PPGCINE. Atua como professor de audiovisual na formação de cineastas indígenas em diferentes projetos. Realizou o filme "O último sonho" (60 minutos, 2019), e o curta-metragem Ayvu Ypy – Origem da Língua (2020), entre vários outros.
Ana Lúcia Ferraz é professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) e colabora com o Mestrado em Antropologia Visual da FLACSO - Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais. Mestre em Antropologia (USP, 1998), doutora em Sociologia (USP, 2005) e realizadora de uma série de filmes etnográficos. Atua hoje entre os campos da Antropologia Visual e da Etnologia guarani. Pesquisadora do Grupo de Antropologia Visual (GRAVI/USP), Núcleo de Antropologia, Performance e Drama (NAPEDRA/USP), Núcleo de Antropologia, Ritos e Sociabilidades Urbanas (NARUA/UFF) e Cosmologias e Visualidade (FLACSO).
André Lopes é doutorando em Antropologia Social pela USP e mestre pela mesma instituição. Pesquisa, trabalha e convive com os povos Manoki e Myky de Mato Grosso desde 2008, atuando como antropólogo, documentarista e formador de realizadores indígenas. É o cofundador do coletivo Ijã Mytyli de cinema Manoki e Myky e participou da formação de realizadores indígenas entre diversos povos, como Wayana, Aparai, Wajãpi, Tiryó e Guarani. Em 2019 foi pesquisador visitante da New York University e desde então tem colaborado com instituições internacionais de cinema indígena, como Wapikoni Mobile e Clacpi.
Cesar Ivan Sanjinés Saavedra é comunicador, cineasta, produtor audiovisual e documentarista nascido em La Paz, Bolívia. Especialista em comunicação intercultural e mídia comunitária indígena. Seu trabalho nos últimos 25 anos está vinculado a experiências de capacitação e transferência de tecnologias de comunicação e vídeo com diferentes povos indígenas da Bolívia e da América Latina. É o principal fundador e atual diretor do CEFREC (Centro de Formação e Realização Cinematográfica), entidade que vem atuando no âmbito do Sistema Plurinacional de Comunicação Intercultural Camponesa Indígena, uma ampla iniciativa de formação, produção e difusão do comunicação audiovisual e comunicacional indígena original.
David Hernández Palmar, do povo Wayuu, IIPUANA, Venezuela, é cineasta, curador independente e programador de filmes com reconhecida experiência na região da América Latina. É também fotógrafo, jornalista, pesquisador e produtor de diversas obras audiovisuais que retrataram o mundo Wayuu. Co-dirigiu filmes como: “Owners of The Water”, “Wounmainkat”. Estudou Jornalismo na Universidad Rafael Belloso Chacín e Fotografia na Escuela Julio Vengoechea em Maracaibo, Venezuela. Foi pesquisador convidado no Departamento de Antropologia da Universidade de Iowa e é membro dos conselhos consultivos do PeruVine/PeruDigital, do Laboratório Digital de Etnografia da University of Central Florida e da International Ethnobotanical Association.
Dominique Tilkin Gallois é professora colaboradora senior do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo e pesquisadora do Centro de Estudos Ameríndios - CEstA. Tem experiência em Etnologia e História Indígena, atuando principalmente nos seguintes temas: tradições orais e cosmologias ameríndias, políticas indígenas, patrimônio cultural e conhecimento tradicional. Desenvolve atividades de assessoria direta às comunidades indígenas no Amapá e norte do Pará, colaborando com órgãos públicos e organizações não governamentais em programas de formação indígena
Faye Ginsburg é professora de Antropologia da cadeira David B. Kriser na Universidade de Nova Iorque, criou e fundou o Centro de Mídia, Cultura e História (Center for Media, Culture and History) desde a sua criação em 1993. Ela se dedicou durante anos ao estudo de imagens produzidas por diferentes grupos nativos, trazendo à luz inúmeras questões interculturais envolvidas na apropriação de mídias. Seus temas de pesquisa incluem filme etnográfico, etnografia da mídia, mídia indígena, estudoso de deficiência, políticas da reprodução entre outros.
Ivan Molina Velasquez é originário do nação quéchua. Estudou Sociologia em La Paz e cinema na EICTV de Cuba. Realizou dezenas de documentários desde 1989 abarcando temas em defesa dos direitos humanos de jovens, mulheres, povos indígenas e nações indígenas; é membro ativo da La Paz Film School documentários,. Dedica-se à formação em cinema e audiovisual, a partir de uma metodologia de descolonização e combate às linguagens hegemônicas. Fundador e membro ativo da ASCURI (Associação Cultural dos Cineastas Indígenas) do Brasil.
Mari Corrêa é cineasta e coordenadora do Instituto Catitu, fundado em 2009. Além de editora e diretora, realiza a formação audiovisual para povos indígenas. Vários de seus filmes receberam prêmios em colaboração com distintos grupos indígenas.
Mauricio Godoy Paredes é professor, pesquisador do Departamento Acadêmico de Comunicação (PUCP), mestre em Antropologia Visual (MAV), membro do Grupo de Pesquisa em Antropologia Visual – (GIAV) e cineasta. Atuou em contextos interdisciplinares e colaborativos, integrando áreas do audiovisual, antropologia e artes performativas. Sua pesquisa gira em torno de temas como cinema pós-moderno, arquivo audiovisual, memória e violência política no cinema latino-americano. Publicou o primeiro livro sobre o documentário peruano “180º gira mi cámara”. Foi diretor do laboratório TransLab, membro da Associação Docuperu e tem participado da produção de seminários acadêmicos e oficinas de treinamento. Atualmente cursa o doutorado em antropologia e está em pré-produção de seu terceiro longa-metragem “Buenos días, wiracochas”.
Nadja Marin é antropóloga e documentarista. Doutora em Antropologia Social pela FFLCH-USP (2017) e Mestre em Artes (Master of Arts) pela Universidade de Manchester (2008). Pesquisadora do Grupo de Antropologia Visual da USP com experiência na realização de filmes e ensino do audiovisual junto a comunidades indígenas diversas. Coprodutora do videogame Huni Kuin: Beya Xina Bena (Novos Tempos).
Patricia Yallico Y. é comunicadora, formadora, gestora cultural e cineasta. Nasceu em Guaranda, uma pequena cidade da região andina equatoriana. Pertence ao povo Waranka da etnia quéchua. Patricia estudou direção de Arte Audiovisual na Universidade Nacional do Centro da Província de Buenos Aires (UNICEN), Argentina e obteve o título de Produção e Performance Tecnológica no Instituto de Cinema e Atuação (INCINE), Equador. É membra do movimento indígena equatoriano, Confederação dos Povos da Nacionalidade Kichwa do Equador (ECUARUNARI), faz parte da Corporação de Produtores Audiovisuais das Nacionalidades e Povos do Equador (CORPANP) e atualmente faz parte da diretoria da Associação de Criadores de Cinema e Audiovisual de Povos e Nacionalidades (ACAPANA). Dirigiu, produziu e escreveu várias obras cinematográficas ficcionais, documentais e experimentais.
Paula Morgado é mestre e doutora em Antropologia pela Universidade de São Paulo. É documentalista do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia do Depto. de Antropologia da Universidade de São Paulo onde é curadora dos acervos audiovisuais e organização de eventos e seminários. É membro do Grupo de Antropologia Visual e coordenadora editorial da GIS - Gesto, Imagem, Som. Revista de Antropologia, da mesma instituição. Suas pesquisas mais recentes abordam os seguintes aspectos das sociedades indígenas: autorrepresentação, internet, cinema e fotografia.
Renato Sztutman é professor do Departamento de Antropologia da USP, atual coordenador do Centro de Estudos Ameríndios - CEstA/USP. Mestre (2000) e doutor (2005) em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo. É pesquisador do do Grupo de Antropologia Visual (GRAVI) e autor do livro O profeta e o principal: a ação política ameríndia e seus personagens (Edusp, Fapesp, 2012).
Ruben Caixeta é professor titular de antropologia da UFMG. Fez mestrado em Antropologia Social pela UNICAMP (1991) e doutorado em Letras e Ciências Humanas pela Universidade Paris-Ouest Nanterre la Défense (1998). Co-fundador e co-organizador do Forumdoc (Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte), evento que acontece anualmente desde 1997. Faz pesquisa junto ao povo waiwai (um grupo karib guianense) desde 1994. Seus principais temas de pesquisa e de publicação são: filme etnográfico, cinema colaborativo, cinema indígena e etnologia na Amazônia.
Takumã Kuikuro é cineasta, membro da aldeia indígena kuikuro e atualmente vive na aleia Ipatse, no Parque Indígena do Xingu. Dirigiu o documentário As hiper mulheres (2011); seus filmes já foram premiados no Festival de Cinema de Brasília, no Présence Autochtone de Terres em Vues, em Montréal (2017), prêmio honorário Bolsista da Queen Mary University London e foi o primeiro jurado indígena do festival de Cinema Brasileiro de Brasília. Faz parte do Coletivo Kuikuro de Cinema, criado em 2002.
Tipuici Manoki mora na aldeia Treze de Maio, na T.I. Irantxe, em Brasnorte-MT. Graduada em Ciências Sociais pela UFMT e atualmente cursando mestrado em Antropologia Social na Universidade de São Paulo. Sua pesquisa, desde a graduação, é sobre a importância da mulher no processo político e ritual do povo Manoki. Começou a trabalhar nas filmagens em 2009 e em virtude dos estudos parou por alguns anos, voltando a produzir em 2019. Criou o coletivo Ijã Mytyli de Cine Manoki e Myky, com apoio do qual dirigiu e produziu dois documentários.