NELSON PEREIRA DOS SANTOS - PROGRAMA RODA VIVA
Entrevista com o cineasta Nelson Pereira do Santos, falando de sua vida e obra.
Entrevista com o cineasta Nelson Pereira do Santos, falando de sua vida e obra.
O filme conta a história de uma mulher que perde o marido e a filha e um acidente e decide retomar a obra do marido: terminar o concerto sinfônico pela unificação da Europa.
Depoimento de um cinegrafista Xavante sobre sua iniciação ao vídeo, da aldeia Pimentel Barbosa em Mato Grosso para o mundo.
Divino conta a sua trajetória de cinegrafista Xavante desde seu primeiro contato com a câmera até os dias de hoje.
No sec. XV, Andrëi Rublev é um pintor especializado em afrescos em diversas catedrais. Mas o período é de muita violência e Roublev tem dificuldade de se exprimir em tal clima.O diretor deste filme teve alguns problemas com a censura, devido ao realismo cru de algumas sequências. Ao mesmo tempo místico e humanista. O filme faz uma reflexão do papel do artista.
Vídeo que integra a dissertação de mestrado de Rose Hikiji intitulada "Imagem-Violência. Mimesis e reflexividade em alguns filmes recentes", que aborda a questão da representação da violência em alguns filmes das décadas de 80 e 90.
No filme, uma complicada relação entre patrões e empregada desliza entre a tensão da diferença social e a explosão de raiva e ódio, antes contidos nos gestos e ações cotidianas.
Uma dupla de policiais tenta desvendar o quebra-cabeça sangrento montado por um assassino serial, no qual as vítimas são escolhidas a partir de seus envolvimentos com os pecados capitais.
Através de uma narrativa não-linear, impregnada de elementos oníricos, o filme mostra o encontro das histórias de Fred, um saxofonista que se vê envolvido no assassinato de sua mulher, Pete, um mecânico que se apaixona pela namorada de um gângster, e de outros personagens igualmente misteriosos.
No filme, três histórias situadas em um cenário de gângsters, assaltantes e lutadores profissionais se cruzam. A narrativa em zigue-zague valoriza mais a construção das relações entre os personagens que os desfechos de suas ações. No limite, pode-se afirmar que o filme tem como objeto não os fatos em si, mas o diálogo com o próprio cinema e literatura policial.