COTIDIANO

VENDE-SE PEQUI

Código
1876
Título Original
VENDE-SE PEQUI
Direção
LOPES, ANDRÉ; KAYOLI, JOÃO PAULO
Sinopse

O povo indígena Manoki vive no noroeste de Mato Grosso e uma de suas atividades produtivas é a venda de pequi na estrada que passa por sua terra. Durante uma oficina de vídeo, jovens decidem mostrar para o mundo de fora um pouco de suas aldeias e do processo de coleta e venda desse fruto. Instigados pela possibilidade de filmarem e serem os próprios protagonistas, eles saem à procura dos velhos numa tentativa de descobrir se existe algum mito sobre o pequi. A elaboração desse filme foi um processo inteiramente compartilhado entre realizadores indígenas e não-indígena: desde a concepção e filmagem, até a edição e finalização. Todas as imagens do filme foram realizadas pelos próprios cinegrafistas manoki.

Duração
24
Ano de produção
2013
Produção
LISA-USP
País
BRASIL
Idioma
PORTUGUÊS
Legendas
222
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
---
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Contato comercial
---
Tombo
1883
Conservação
BOM
Procedência
Produção LISA
Tipo de procedência
PRODUÇAO
Estado (UF) de produção:
MT
Observações
Vimeo: https://vimeo.com/70555724 - Legendas em português: https://vimeo.com/71758989

FABRICO DA FARINHA DE MANDIOCA TORRADA

Código
1863
Título Original
MAKING TOASTED CASSAVA FLOUR
Direção
DIAS, MARGOT
Sinopse

Filme rodado entre agosto e setembro de 1960 nos campos de mandioca da região de Bom Jesus, Mindele-Alemba e Matapelero, perto de Luanda, entre a estrada de Catete e o rio Cuanza. É mostrado todo o processo: descasque e picar (‘esquartejada’) da mandioca, fermentação, construção e utilização da prensa (mpadiola), torragem do bolo prensado (primeiro pilada e peneirada), embalagem do produto final em sacos (TB). “A vida dos filhos e da mulher integra-se harmoniosamente neste trabalho. Todos ajudam, mas não há pressas nem tensões: sempre há tempo para uma palavra, ou para brincar. Os filhos pequenos andam próximo das mães, entretidos com frutos, folhas, bichos, com tudo o que o mato oferece; fazem apitos, armadilhas, etc. As mulheres e raparigas tratam de preparar as refeições, descascando, pilando, cozinhando, indo buscar água, e, no meio disso, sentam-se para dar de mamar aos mais pequenos, que vão depois, de mão em mão, aos irmãos, ou dormem no pano, nas costas delas, ou no chão, em cima de uma esteira, cobertos de moscas! Não raras as vezes surge, no meio do trabalho, entre os adultos, uma conversa ou um conto a sério, e todos param para ouvir melhor, até o ponto culminante da história. Normalmente, o trabalho progride sempre numa certa harmonia, e todos ajudam-no ponto necessário, sem palavras ou vozes de comando, naturalmente, sem ambições ou lutas de competência, e com a muda compreensão para com o companheiro a quem apetece descansar um pouco” (MD 1962b: 68).

Duração
19
Ano de produção
1960
Produção
Missão de Estudos das Minoris Étnicas do Ultramar Português/Junta de Investigações do Ultramar/Ministério do Ultramar
País
ANGOLA
Idioma
---
Legendas
INGLÊS, PORTUGUÊS
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
---
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Série
MARGOT DIAS, FILMES ETNOGRÁFICOS 1958-61
Contato comercial
---
Tombo
1870
Conservação
BOM
Procedência
Doação de Catarina Alves
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
--
Cópias no acervo
1
Observações
Disco 2

Sinopse da coleção:

Entre 1958 e 1961, a antropóloga Margot Dias (1908-2001) realizou 28 filmes em Moçambique e Angola, pertencentes ao Arquivo Fílmico do Museu Nacional de Etnologia. Produzidas no contexto das “Missões de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português”, dirigidas por Jorge Dias, estas imagens constituem uma das primeiras utilizações do filme etnográfico no âmbito da antropologia portuguesa.

Esta edição inclui todos os filmes realizados naquelas campanhas de pesquisa, assim como a sonorização feita a partir das gravações de som nos mesmos terrenos pela própria Margot Dias. A identificação, a organização temática e a sonorização dos filmes foram asseguradas por Catarina Alves Costa.

Também se inclui, como extra, uma entrevista inédita a Margot Dias conduzida em 1996 por Joaquim Pais de Brito, então diretor do Museu Nacional de Etnologia.

Inclui brochura ilustrada de 76 páginas.
Dados Complementares
Esse filme se encontra no Disco 2 que contém os filmes de código 1856 à 1863.
O Disco 2 pertence à coleção Filmes Etnográficos de Margot Dias.

CENAS VÁRIAS. ANGOLA

Código
1862
Título Original
MISCELLANEOUS SCENES. ANGOLA
Direção
DIAS, MARGOT
Sinopse

Musseques de Luanda. Música e dança numa reunião particular. Olaria das mulheres Ambundo na aldeia de Mindele-Alemba (Bom Jesus, Angola). Técnica de rolo em espiral. Icolo e Bengo. Homem a fazer corda. Cesto de Transporte. Pilar mandioca na região de Maquela do Zombo. Congo. Três raparigas a pilar mandioca; homem fazendo um cesto. Quibala: orquestra e danças na Festa dos Mortos. Roçadas (sul de Angola): povoação Humbe. Raparigas debulhando milho. Penteados femininos (TB).

Duração
14
Ano de produção
1960
Produção
Missão de Estudos das Minoris Étnicas do Ultramar Português/Junta de Investigações do Ultramar/Ministério do Ultramar
País
ANGOLA
Idioma
---
Legendas
INGLÊS, PORTUGUÊS
Dublagem
---
Som
---
Formato
---
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Série
MARGOT DIAS, FILMES ETNOGRÁFICOS 1958-61
Contato comercial
---
Tombo
1869
Conservação
BOM
Procedência
Doação de Catarina Alves
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
--
Cópias no acervo
1
Observações
Disco 2

Sinopse da coleção:

Entre 1958 e 1961, a antropóloga Margot Dias (1908-2001) realizou 28 filmes em Moçambique e Angola, pertencentes ao Arquivo Fílmico do Museu Nacional de Etnologia. Produzidas no contexto das “Missões de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português”, dirigidas por Jorge Dias, estas imagens constituem uma das primeiras utilizações do filme etnográfico no âmbito da antropologia portuguesa.

Esta edição inclui todos os filmes realizados naquelas campanhas de pesquisa, assim como a sonorização feita a partir das gravações de som nos mesmos terrenos pela própria Margot Dias. A identificação, a organização temática e a sonorização dos filmes foram asseguradas por Catarina Alves Costa.

Também se inclui, como extra, uma entrevista inédita a Margot Dias conduzida em 1996 por Joaquim Pais de Brito, então diretor do Museu Nacional de Etnologia.

Inclui brochura ilustrada de 76 páginas.
Dados Complementares
Esse filme se encontra no Disco 2 que contém os filmes de código 1856 à 1863.
O Disco 2 pertence à coleção Filmes Etnográficos de Margot Dias.
descritores

O ESCULTOR MACONDE NANGONGA

Código
1861
Título Original
MAKONDE SCULPTOR NANGONGA, THE
Direção
DIAS, MARGOT
Sinopse

Pequenos porcos, um banco no chão, mulher com bebê às costas e outro ao colo. Grupo de crianças no chão, entre elas o escultor. De novo a câmara foge para duas mulheres com bebês, um deles recém-nascido. O escultor pega agora nele ao colo (CAC). “O movimento que faz a esculpir, o estar sentado no chão. Sem nenhumas facilidades da civilização, entregues completamente à Natureza! O que tem da Natureza, usam, é fantástico. Precisam de uma faca, mas como lixa usam folhas” (MD).

Duração
6
Ano de produção
1958
Produção
Missão de Estudos das Minoris Étnicas do Ultramar Português/Junta de Investigações do Ultramar/Ministério do Ultramar
País
MOÇAMBIQUE
Idioma
---
Legendas
INGLÊS, PORTUGUÊS
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
---
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Série
MARGOT DIAS, FILMES ETNOGRÁFICOS 1958-61
Contato comercial
---
Tombo
1868
Conservação
BOM
Procedência
Doação de Catarina Alves
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
--
Cópias no acervo
1
Observações
Disco 2

Sinopse da coleção:

Entre 1958 e 1961, a antropóloga Margot Dias (1908-2001) realizou 28 filmes em Moçambique e Angola, pertencentes ao Arquivo Fílmico do Museu Nacional de Etnologia. Produzidas no contexto das “Missões de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português”, dirigidas por Jorge Dias, estas imagens constituem uma das primeiras utilizações do filme etnográfico no âmbito da antropologia portuguesa.

Esta edição inclui todos os filmes realizados naquelas campanhas de pesquisa, assim como a sonorização feita a partir das gravações de som nos mesmos terrenos pela própria Margot Dias. A identificação, a organização temática e a sonorização dos filmes foram asseguradas por Catarina Alves Costa.

Também se inclui, como extra, uma entrevista inédita a Margot Dias conduzida em 1996 por Joaquim Pais de Brito, então diretor do Museu Nacional de Etnologia.

Inclui brochura ilustrada de 76 páginas.
Dados Complementares
Esse filme se encontra no Disco 2 que contém os filmes de código 1856 à 1863.
O Disco 2 pertence à coleção Filmes Etnográficos de Margot Dias.

OLARIA DAS MULHERES CHOPES DE MAKUPULANE

Código
1860
Título Original
POTTERY BY MAKUPULANE CHOPI WOMEN
Direção
DIAS, MARGOT
Sinopse

Mulher sentada no chão, a fazer olaria; vai fazendo rolinhos e acrescentando em espiral. Mostra-se todo o processo de feitura de um enorme pote. Uma fogueira cobre a peça de barro. Grande plano de várias tigelas, pequenas, já cozidas, sem pintura ou desenhos (CAC). “Macupulane já está dentro da região dos Changanes, mas foi sempre habitada por Chopes. (...) Aqui vê-se a técnica do rolo em espiral; amassa-se primeiro. Isto foi feito quando eu estive em Gaza, com os meus filhos. O Antonio (Jorge Dias) estava a fazer exames, antes de ir para Lisboa levou-me lá e fomos falar com o régulo, porque não tinha licença sem ele me dar licença. (...) Estes vasos grandes já são para venda. Aqui trabalha-se muito mais barro, enquanto que entre os Maconde é uma longa caminhada para ir buscar água, faz-se por necessidade própria. Aqui vivem um pouco disto; aqui se vê como cozem grandes quantidades, é incrível o cuidado com que fazem isto, metendo a palha seca do capim por dentro, as maiores por fora... Se tivéssemos mais filmes seria bom manter mais tempo sobre a fogueira...” (MD). “A matéria-prima, o barro, é propriedade do regulado e, por isso, a todo aquele que não pertença ao regulado de Macupulane, é rigorosamente proibido extrair esse barro. O régulo defende esta exclusividade com a maior firmeza, porque realmente a olaria constitui um valioso suplemento à economia da gente de Macupulane” (MD 1960: 779).

Duração
11
Ano de produção
1959
Produção
Missão de Estudos das Minoris Étnicas do Ultramar Português/Junta de Investigações do Ultramar/Ministério do Ultramar
País
MOÇAMBIQUE
Idioma
---
Legendas
INGLÊS, PORTUGUÊS
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
---
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Série
MARGOT DIAS, FILMES ETNOGRÁFICOS 1958-61
Contato comercial
---
Tombo
1867
Conservação
BOM
Procedência
Doação de Catarina Alves
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
--
Cópias no acervo
1
Observações
Disco 2

Sinopse da coleção:

Entre 1958 e 1961, a antropóloga Margot Dias (1908-2001) realizou 28 filmes em Moçambique e Angola, pertencentes ao Arquivo Fílmico do Museu Nacional de Etnologia. Produzidas no contexto das “Missões de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português”, dirigidas por Jorge Dias, estas imagens constituem uma das primeiras utilizações do filme etnográfico no âmbito da antropologia portuguesa.

Esta edição inclui todos os filmes realizados naquelas campanhas de pesquisa, assim como a sonorização feita a partir das gravações de som nos mesmos terrenos pela própria Margot Dias. A identificação, a organização temática e a sonorização dos filmes foram asseguradas por Catarina Alves Costa.

Também se inclui, como extra, uma entrevista inédita a Margot Dias conduzida em 1996 por Joaquim Pais de Brito, então diretor do Museu Nacional de Etnologia.

Inclui brochura ilustrada de 76 páginas.
Dados Complementares
Esse filme se encontra no Disco 2 que contém os filmes de código 1856 à 1863.
O Disco 2 pertence à coleção Filmes Etnográficos de Margot Dias.

OLARIA MACONDE

Código
1859
Título Original
MAKONDE POTTERY
Direção
DIAS, MARGOT
Sinopse

Dianbali. Malama, grupo de mulheres recolhe o barro de um buraco no chão, com um cesto. Plano de um bebê sentado no chão. As mulheres partem com os potes de barro cheios à cabeça. Modelagem. Amassa-se o barro no chão da aldeia. Duas mulheres, uma vai fazendo os rolos que vai dando à outra. Outra mulher está já a terminar um pote, fazendo o remate final. Grande plano de um lagarto listado a andar. Coloração e decoração. Plano de um bebê que gatinha pelo chão até a mãe que está concentrada no trabalho da olaria, ela tira o pano para que ele possa beber leite e continua a trabalhar. Feitura dos desenhos na peça, com um pedaço de barro cozido pontiagudo. Cozedura. Mulheres põem lenha na fogueira. Grande plano do fogo a arder. Pote em cima da fogueira a cozer: uma mulher vira-o com um pau acabando por tirá-lo. Impermeabilização e coloração. Espécie de cal, líquido branco passado sobre o barro. Depois é “lavado” com água, e seco com um pano, de modo a que a tinta entre nos desenhos. Grande plano de potes no chão, com pormenores. Grupo de mulheres com potes à cabeça parte num caminho de terra batida. (Este filme tem um genérico mais elaborado, e em inglês, que terá sido feito posteriormente para uma apresentação pública em Göttingen, na Alemanha) (CAC). “O grande esforço aqui foi a caminhada que fizemos, depois da paragem do jipe, para ir buscar o barro à nascente, mais de 4km a pé, com a câmara de filmar, para chegar até à nascente” (MD). “As mulheres põem todo o cuidado e amor na confecção de objetos que consideram como adorno pessoal – que todos os dias, durante horas, transportam à cabeça. O fato de algumas com especial vocação fabricarem mais do que aqueles que lhe são necessários para os cederem às vizinhas menos hábeis, em regime de troca, não tira a essa atividade o caráter de arte caseira, livre de qualquer feição industrial ou comercial. Seja como for, o fato é que não conhecemos em nenhum dos povos vizinhos uma olaria que se aproxime desta na beleza da ornamentação” (MD 1962ª: 220).

Duração
18
Ano de produção
1958
Produção
Missão de Estudos das Minoris Étnicas do Ultramar Português/Junta de Investigações do Ultramar/Ministério do Ultramar
País
MOÇAMBIQUE
Idioma
---
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
---
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Série
MARGOT DIAS, FILMES ETNOGRÁFICOS 1958-61
Contato comercial
---
Tombo
1866
Conservação
BOM
Procedência
Doação de Catarina Alves
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
--
Cópias no acervo
1
Observações
Disco 2

Sinopse da coleção:

Entre 1958 e 1961, a antropóloga Margot Dias (1908-2001) realizou 28 filmes em Moçambique e Angola, pertencentes ao Arquivo Fílmico do Museu Nacional de Etnologia. Produzidas no contexto das “Missões de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português”, dirigidas por Jorge Dias, estas imagens constituem uma das primeiras utilizações do filme etnográfico no âmbito da antropologia portuguesa.

Esta edição inclui todos os filmes realizados naquelas campanhas de pesquisa, assim como a sonorização feita a partir das gravações de som nos mesmos terrenos pela própria Margot Dias. A identificação, a organização temática e a sonorização dos filmes foram asseguradas por Catarina Alves Costa.

Também se inclui, como extra, uma entrevista inédita a Margot Dias conduzida em 1996 por Joaquim Pais de Brito, então diretor do Museu Nacional de Etnologia.

Inclui brochura ilustrada de 76 páginas.
Dados Complementares
Esse filme se encontra no Disco 2 que contém os filmes de código 1856 à 1863.
O Disco 2 pertence à coleção Filmes Etnográficos de Margot Dias.

CESTO CHIKHELO USADO EM GAZA

Código
1858
Título Original
CHIKHELO BASKET USED IN GAZA
Direção
DIAS, MARGOT
Sinopse

Plano geral de uma praia, dois homens que passam. Sentam-se nas duas. Plano da paisagem, grande plano das palmeiras e depois homens a colher folhas (CAC). “O chikhelo é feito só por homens, mas é utilizado pelas mulheres para guardar frutos e peneirar cereais” (MD).

Duração
12
Ano de produção
1959
Produção
Missão de Estudos das Minoris Étnicas do Ultramar Português/Junta de Investigações do Ultramar/Ministério do Ultramar
País
MOÇAMBIQUE
Idioma
---
Legendas
INGLÊS, PORTUGUÊS
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
---
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Série
MARGOT DIAS, FILMES ETNOGRÁFICOS 1958-61
Contato comercial
---
Tombo
1865
Conservação
BOM
Procedência
Doação de Catarina Alves
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
--
Cópias no acervo
1
Observações
Disco 2

Sinopse da coleção:

Entre 1958 e 1961, a antropóloga Margot Dias (1908-2001) realizou 28 filmes em Moçambique e Angola, pertencentes ao Arquivo Fílmico do Museu Nacional de Etnologia. Produzidas no contexto das “Missões de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português”, dirigidas por Jorge Dias, estas imagens constituem uma das primeiras utilizações do filme etnográfico no âmbito da antropologia portuguesa.

Esta edição inclui todos os filmes realizados naquelas campanhas de pesquisa, assim como a sonorização feita a partir das gravações de som nos mesmos terrenos pela própria Margot Dias. A identificação, a organização temática e a sonorização dos filmes foram asseguradas por Catarina Alves Costa.

Também se inclui, como extra, uma entrevista inédita a Margot Dias conduzida em 1996 por Joaquim Pais de Brito, então diretor do Museu Nacional de Etnologia.

Inclui brochura ilustrada de 76 páginas.
Dados Complementares
Esse filme se encontra no Disco 2 que contém os filmes de código 1856 à 1863.
O Disco 2 pertence à coleção Filmes Etnográficos de Margot Dias.

MANUFACTURA DE CORDEL NGOTI, DE UM CESTO CHIRUNDZU E DE UMA ALCOFA NDZAVAPOR CHANGANES

Código
1857
Título Original
MANUFACTURING NGOTI STRING, A CHIRUNDZU PANNIER AND A NDZAVA PANNIER BY THE SHANGAAN
Direção
DIAS, MARGOT
Sinopse

Gaza. Mulher sentada numa esteira, careca, e com um olho vazado, fazendo um cesto e molhando-o; plano das casas em redor. Um homem, de pé, faz a alcofa. Acaba com um grande plano do cesto e seus pormenores, um redondo, alguns com pegas (CAC). “Nesta faixa litoral com as suas lagoas, anichadas em suaves colinas verdes, nos altos uma vegetação arbórea, nas depressões uma densa vegetação graminosa de savana, encontra-se em abundância o material para a maior parte da cestaria desta região: uma palmeira baixa (...) que os informadores changanes designaram por mínala” (MD 1968: 5).

Duração
9
Ano de produção
1959
Produção
Missão de Estudos das Minoris Étnicas do Ultramar Português/Junta de Investigações do Ultramar/Ministério do Ultramar
País
MOÇAMBIQUE
Idioma
---
Legendas
INGLÊS, PORTUGUÊS
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
---
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Série
MARGOT DIAS, FILMES ETNOGRÁFICOS 1958-61
Contato comercial
---
Tombo
1864
Conservação
BOM
Procedência
Doação de Catarina Alves
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
--
Cópias no acervo
1
Observações
Disco 2

Sinopse da coleção:

Entre 1958 e 1961, a antropóloga Margot Dias (1908-2001) realizou 28 filmes em Moçambique e Angola, pertencentes ao Arquivo Fílmico do Museu Nacional de Etnologia. Produzidas no contexto das “Missões de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português”, dirigidas por Jorge Dias, estas imagens constituem uma das primeiras utilizações do filme etnográfico no âmbito da antropologia portuguesa.

Esta edição inclui todos os filmes realizados naquelas campanhas de pesquisa, assim como a sonorização feita a partir das gravações de som nos mesmos terrenos pela própria Margot Dias. A identificação, a organização temática e a sonorização dos filmes foram asseguradas por Catarina Alves Costa.

Também se inclui, como extra, uma entrevista inédita a Margot Dias conduzida em 1996 por Joaquim Pais de Brito, então diretor do Museu Nacional de Etnologia.

Inclui brochura ilustrada de 76 páginas.
Dados Complementares
Esse filme se encontra no Disco 2 que contém os filmes de código 1856 à 1863.
O Disco 2 pertence à coleção Filmes Etnográficos de Margot Dias.

CESTARIA MACONDE

Código
1856
Título Original
MAKONDE BASKETRY
Direção
DIAS, MARGOT
Sinopse

Abudu e Libubu. Um homem sentado no chão dá início ao fabrico do cesto, vai cosendo, passando água, de forma a poder dobrar; a câmara mostra-nos as coisas à volta, veem-se também pinturas na parede representando dois homens com pássaros, há também palavras escritas a branco. Termina com um grande plano do cesto já terminado (CAC). “Os cestos fazem-se em geral de encomenda, mas não se está sentado, todo o dia a fazer um ‘lote’ de mercadoria. Vai-se às baixas buscar material para alguns, trata-se dos campos e a encomenda espera; vai-se a uma matanga (festa em memória de um parente falecido há cerca de u ano); a festa dura dias, o caminho é longo e leva também o seu tempo. Na passagem fica-se em casa de outro amigo e conta-se o que se sabe de novo. De regresso, ainda há tempo de cumprir a encomenda” (MM II: 134).

Duração
13
Ano de produção
1958
Produção
Missão de Estudos das Minoris Étnicas do Ultramar Português/Junta de Investigações do Ultramar/Ministério do Ultramar
País
MOÇAMBIQUE
Idioma
---
Legendas
INGLÊS, PORTUGUÊS
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
---
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Série
MARGOT DIAS, FILMES ETNOGRÁFICOS 1958-61
Contato comercial
---
Tombo
1863
Conservação
BOM
Procedência
Doação de Catarina Alves
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
--
Cópias no acervo
1
Observações
Disco 2

Sinopse da coleção:

Entre 1958 e 1961, a antropóloga Margot Dias (1908-2001) realizou 28 filmes em Moçambique e Angola, pertencentes ao Arquivo Fílmico do Museu Nacional de Etnologia. Produzidas no contexto das “Missões de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português”, dirigidas por Jorge Dias, estas imagens constituem uma das primeiras utilizações do filme etnográfico no âmbito da antropologia portuguesa.

Esta edição inclui todos os filmes realizados naquelas campanhas de pesquisa, assim como a sonorização feita a partir das gravações de som nos mesmos terrenos pela própria Margot Dias. A identificação, a organização temática e a sonorização dos filmes foram asseguradas por Catarina Alves Costa.

Também se inclui, como extra, uma entrevista inédita a Margot Dias conduzida em 1996 por Joaquim Pais de Brito, então diretor do Museu Nacional de Etnologia.

Inclui brochura ilustrada de 76 páginas.
Dados Complementares
Esse filme se encontra no Disco 2 que contém os filmes de código 1856 à 1863.
O Disco 2 pertence à coleção Filmes Etnográficos de Margot Dias.

DANÇAS DE INVESTIDURA DE UM NOVO HUMU EM MULUMBA

Código
1847
Título Original
INVESTURE DANCES OF A NEW HUMU AT MULUMBA
Direção
DIAS, MARGOT
Sinopse

“Os humu são as pessoas que valem como máxima autoridade, são considerados mais inteligentes, de certa maneira mandam, decidem quando se faz a guerra com outro clã ou outro povo, decidem casamentos e divórcios. Mas não é ele que responde, tem um ajudante, e ele fica mudo. Se morre, o clã escolhe outro, e esse tem que fazer uma grande iniciação. Nós assistimos a uma e até ficamos lá. Ele tem que fazer muitas provas, por exemplo tem que ficar uma noite no mato sozinho, metido dentro de um saco fechado, cheio de medo porque havia leões. (...) Eles usam sempre casacos dos brancos, cosidos, que arranjam na cidade, em Tanganica. Isto são saquinhos, lá dentro tem cosidos remédios, ntela, ervas, muitas vezes têm um dente de leão, quando matam um leão. (...) Aqui [no filme], este dança com um espelho. Claro, vivem num ambiente em que não se compra nada, uma coisa destas é uma preciosidade. Eu estou convencida que hoje [em 1996] já não se faz isto, não se dança deste modo” (MD). “O tocador estabelece um permanente diálogo com os dançantes, umas vezes só por meio do tambor, outras vezes chamando em voz alta um outro humu, citando o nome da sua dança pessoal (...)” (MM II: 314).

Duração
8
Ano de produção
1958
Produção
Missão de Estudos das Minoris Étnicas do Ultramar Português/Junta de Investigações do Ultramar/Ministério do Ultramar
País
MOÇAMBIQUE
Idioma
---
Legendas
INGLÊS, PORTUGUÊS
Dublagem
---
Som
SONORO
Formato
---
Cor
COLORIDO
Sistema de cor
NTSC
Bitola
---
Série
MARGOT DIAS, FILMES ETNOGRÁFICOS 1958-61
Contato comercial
---
Tombo
1854
Conservação
BOM
Procedência
Doação de Catarina Alves
Tipo de procedência
DOAÇÃO
Estado (UF) de produção:
--
Cópias no acervo
1
Observações
Disco 1

Sinopse da coleção:

Entre 1958 e 1961, a antropóloga Margot Dias (1908-2001) realizou 28 filmes em Moçambique e Angola, pertencentes ao Arquivo Fílmico do Museu Nacional de Etnologia. Produzidas no contexto das “Missões de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português”, dirigidas por Jorge Dias, estas imagens constituem uma das primeiras utilizações do filme etnográfico no âmbito da antropologia portuguesa.

Esta edição inclui todos os filmes realizados naquelas campanhas de pesquisa, assim como a sonorização feita a partir das gravações de som nos mesmos terrenos pela própria Margot Dias. A identificação, a organização temática e a sonorização dos filmes foram asseguradas por Catarina Alves Costa.

Também se inclui, como extra, uma entrevista inédita a Margot Dias conduzida em 1996 por Joaquim Pais de Brito, então diretor do Museu Nacional de Etnologia.

Inclui brochura ilustrada de 76 páginas.
Dados Complementares
Esse filme se encontra no Disco 1 que contém os filmes de código 1836 à 1855.
O Disco 1 pertence à coleção Filmes Etnográficos de Margot Dias.